O PIX, criado pelo Banco Central, é uma proposta para que os pagamentos disponíveis 24 horas por dia, sete dias por semana, sejam velozes, com liquidação ou transferências concluídas em 10 segundos ou menos.
O Banco Central criou o PIX para substituir o TED e o DOC, após estudar essa possibilidade desde 2018. Com sua implementação, empresas e consumidores passaram a realizar pagamentos de forma muito mais rápida. Além disso, os estabelecimentos podem disponibilizar um QR Code para que o cliente conclua a transação instantaneamente.
Representa também uma nova possibilidade, além das transferências, boletos, cartões de crédito e débito e pagamentos em dinheiro.
É possível fazer transações entre:
Dessa forma, o PIX é utilizado desde sua implementação como uma das principais formas de pagamento, especialmente no que diz respeito a transações entre pessoas (geralmente, usuários) e empresas (geralmente, prestadoras de serviços ou produtos), tendo em vista sua facilidade (rapidez, substituição de cartões físicos e fácil utilização). Uma vez que todos os procedimentos são feitos por meio de permissão pelo Bacen, o PIX é tão seguro quanto a realização de TED ou DOC.
Para as Startups e Fintechs que desejam incorporar essa solução no rol dos seus serviços, é necessário observar as regulamentações do Banco Central do Brasil (BACEN), em especial a Resolução BCB nº1, de 12 de Agosto de 2020.
A referida normativa dispõe sobre:
Vale ressaltar que a observância das exigências regulatórias é etapa crucial para operar dentro da legalidade e oferecer segurança, tanto para os sócios e stakeholders da empresa, vez que possuem responsabilidade sobre o negócio, bem como aos clientes e ao mercado, que tomarão os serviços.
Mesmo quando não atingem a volumetria prevista na Resolução, empresas que ainda não possuem autorização do BACEN devem cumprir rigorosamente os requisitos e protocolos estabelecidos em outras Resoluções e Circulares. Entre eles, destacam-se:
Por isso, qualquer instituição que pretenda oferecer o PIX aos seus clientes deve buscar assessoria jurídica especializada. Esse suporte auxilia na implementação do programa de compliance e na adequação à regulamentação aplicável. Além disso, quando necessário, orienta a instituição no processo de autorização perante o Banco Central do Brasil.
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